(Foto: Enrico Marcovaldi / Instituto Baleia Jubarte)

A proibição de caça às baleias em diversas parte do mundo deu resultado: o número de baleias jubarte no Atlântico Sul subiu de 450 para 25 mil no Atlântico Sul, nas últimas décadas. O levantamento internacional foi feito pela Escola de Ciências Aquáticas e da Pesca da Universidade de Washington, Estados Unidos, divulgado no mês passado pela Royal Society Open Science.

Uma notícia que tem que ser muito comemorada, principalmente aqui, no Brasil. Segundo um levantamento feito pelo Projeto Baleia Jubarte, no litoral do Brasil, o número de baleias da espécie saltou de 400 para 17 mil em 60 anos. O estudo é feito por meio de uma contagem de mamíferos feita por sobrevoo.

O número de 25 mil se assemelha a quantidade de animais que existiam antes da proibição de caça aos mamíferos feita na década de 1980. A medida foi tomada após a Comissão Internacional da Baleia emitir um alerta sobre o declínio das populações. Com isso, houve a necessidade de um salvaguarda impedindo a caça.

Neste estudo, a técnica para chegar o número de animais incorporou registros detalhados da indústria baleeira no início da exploração comercial. Bem diferentes das medições atuais, que são feitas a partir de uma combinação de pesquisas aéreas e navais, juntamente com técnicas avançadas de modelagem.

Os pesquisadores acreditam que este modelo pode ser usado para ajudar a salvar outras espécies da extinção.


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